
O Líbano vive hoje um momento decisivo de sua história. O país tem diante de si uma oportunidade rara e valiosa de se livrar, de uma vez por todas, de seu inimigo mais perigoso: o Hezbollah, a organização militar apoiada pelo Irã que domina a vida política interna libanesa há mais de quarenta anos. Sob o falso pretexto de proteger a segurança do Líbano e defendê-lo de Israel, o Hezbollah provocou, na prática, caos, destruição, colapso econômico e miséria. Seu histórico demonstra de forma inequívoca incompetência e impotência totais: o grupo não conseguiu defender sequer um centímetro do território libanês nem infligir qualquer dano estratégico relevante a Israel. Ainda assim, apesar de sua derrota evidente e de sua fragilidade exposta, a organização continua se recusando a cumprir a Resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU.















