
No meio do estrépito político e mediático que acompanha as negociações em curso entre o Líbano e Israel sob patrocínio americano, muitos se afadigam em colocar a pergunta tradicional: quer Israel a paz? Estamos perante uma nova fase nas relações entre os dois países, ou simplesmente face a arranjos de segurança impostos pelas correlações de forças surgidas da guerra? Mas a verdade é que esta pergunta, por importante que seja, não é a mais importante para o Líbano. A questão fundamental de hoje não versa sobre o que quer Israel, mas sobre o que o Líbano conseguiu reconquistar para si mesmo após longas décadas de confiscação da sua decisão nacional.













