
Este artigo é o primeiro de uma série de três dedicada ao manifesto, enquanto forma de escrita e maneira de intervir no mundo. O primeiro retorna à história da proclamação e à autoridade que ela confere a quem toma a palavra. O segundo se debruçará sobre o conflito que atravessa o pronome «nós». O terceiro levantará uma questão ligeiramente diferente: o que acontece com o manifesto quando ele busca menos derrubar o mundo do que proteger algo nele, ou nos lembrar do que ainda vale a pena cuidar? Tudo começou com um pequeno livro, Manifesto pela leitura de Irene Vallejo, e com o comentário de um leitor que sentiu que o título lhe prometia algo diferente do que encontrou.








