
Os republicanos nos Estados Unidos não são os únicos a sofrer com a guerra no Irão, tal como as populações de todo o mundo ou os países que continuam a ser alvo das ações dos grupos apoiados pelo regime iraniano. Com efeito, o conflito poderá custar ao partido de Donald Trump um número significativo de lugares no Senado, mesmo segundo as projeções mais favoráveis. O planeta, por sua vez, sofre os efeitos da inflação alimentada pela subida dos preços da energia. No Iémen, no Líbano e no Iraque, a hidra dos mulás perdeu várias cabeças, mas mantém a sua capacidade de causar danos. Hoje, porém, é a Arábia Saudita que se encontra na linha da frente do conflito iniciado pelos Estados Unidos e por Israel em fevereiro passado. Os rebeldes houthis do Iémen continuam a assediar as suas fronteiras, a atingir os seus pontos nevrálgicos e, sobretudo, a dificultar as suas exportações de petróleo, o cordão umbilical do seu poder económico.







